domingo, 20 de junho de 2010

Juventude e comunicação

Jovens são sujeitos de direitos e a comunicação é um deles

      Juventude e comunicação. Para muitos, uma relação quase natural. Entende-se. Afinal de contas, convivemos hoje em dia com uma geração de jovens que já foi socializada no mundo das mídias e está imersa na cultura tecnológica. Mas um olhar mais aprofundado para esta relação se faz necessário, sob o risco de ela se tornar uma verdade esvaziada de sentido.
     O olhar dos jovens para este mundo das mídias vem, há algum tempo, se constituindo como forma de fazer política e de intervir na política. O debate extrapolou a questão da influência da mídia nos valores e comportamentos da juventude, caminhou para a discussão da representação da juventude nos meios de comunicação, avançou para a produção de conteúdo e as mídias alternativas e juvenis e hoje ganha a esfera das políticas de comunicação.
      Tudo isso se dá em paralelo à conformação da juventude enquanto um campo complexo e diverso, que demanda políticas públicas próprias. E não é à toa que as políticas de comunicação aparecem de forma central nas demandas dos coletivos e grupos que vem contribuindo para delinear o conceito dos jovens como sujeitos de direitos.
       Então juventude é vivendo a arte de comunicar que iremos promover a vida de forma diferente, acreditar é preciso prara fazer essas mudanças, não sou só mais um, tambem faço parte desta conquista, sou jovem e me orgulho disso.

O traje da alma

Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega e, de forma ríspida, pergunta:
- "Vocês sabem onde está o médico do hospital"?
Com tranquilidade, o médico respondeu:
- "Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil"?
Ríspida, redarguiu: - "Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?"
Mantendo-se calmo, contestou:
- "Boa tarde senhora! O médico sou eu. Em que posso ajudá-la?"
- "Como?! O senhor?! Com essa roupa?!?..."
- "Ah, senhora, desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse procurando um médico e não uma vestimenta..."
- "Oh, desculpe, doutor, boa tarde! É que...vestido assim, o senhor nem parece um médico..."
- "Veja bem como são as coisas" - disse o médico. "As vestes parecem não dizer muita coisa, pois quando a vi chegar, tão bem vestida, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente para todos e depois daria um "boa tarde!"".